quinta-feira, 24 de novembro de 2011

NOVEMBRO.

O que eu mais queria era apressar o seu querer, mas não foi possível, como animal acuado, correu, se escondeu e nunca mais foi visto. Em mim, sobrou a sensação de temeridade, de um des-querer seu, a caminho, que também não se fez verdade. Agora vejo como não convém viver o morno, entre fraqueza e utopia vivo a espera do seu querer um retorno. Seria mais fácil vazar, mas triste de mim que não choro mais lágrimas...

4 Imundices:

Lisa Alves disse...

Choro de palavras poéticas!

nada complicada disse...

O que eu mais gosto das coisas que vc escreve é que às vezes mesmo sem entender o que significam, as palavras ficam ecoando na minha cabeça e se transformam em sentimento...
Vc é bom nisso rapaz rsrs

Bjs

Tiburciana disse...

Saudades de te ler , mas parece que mesmo depois de todo esse tempo e todas as minhas e muito provavel tuas mudanças ainda sinto o mesmo prazer em ler tuas palavras
bjos

Dja disse...

Oie

Comigo é Toca ou não Toca, não gosto muito de esperar, sou impaciente pra certas coisas, pra mim é quer ou não quer.

beijos.

Postar um comentário

Suje a vontade...