terça-feira, 26 de janeiro de 2010

Gramatical.

Ponto final,
Interrogação,
Dois pontos,
Ponto e virgula,
Exclamação!
Travessão jamais passou,
A crase transformou,
Entre aspas as reticências
Do agudo dessa sentença.
Todavia informal,
Sobre tudo gramatical
Toda regra é exceção
E o pronome a solução.
O verbo se faz carne,
A poesia se faz verdade,
Dissertação realidade...

Abra o parênteses dessa história,
Faça uma resenha da sua memória,
Não se limite há criar parágrafos,
Imortalize o seu diário.

Essa é das antigas, feita em 11 e 12 de Setembro de 2007.

Faz um tempinho que eu postei "A volta do que não foi" que conta um pouco da sintonia que o micro-ondas e eu temos, sabe coisa de pele, quimica perfeita, mas então de forma bem rápida vou contar a boa nova que eu e meu parceirão tivemos, ontem eu não tinha um puto no bolso achei umas moedinhas, resolvi assistir um filminho em casa, fui na mercearia, comprei um pipoca de micro-ondas e fui fazer, eu esperto como sempre leio as instruções no verso, lá dizia que o tempo era de 2 a 5 minutos de acordo com a potência do seu brinquedinho, foi então que pensei "vou por 4 minutos que tá na média", mas foi ai que eu me lasquei, dessa vez não teve fogo não, mas nenhum grão de milho se tornou comestível, pois literalmente queimou tudo, ficou tudo preto, parecia carvão. To pensando seriamente em voltar a agir como antigamente, fazer um fogueirinha e assar batatas para comer com sal, porque nisso eu sei que sou bom (quero dizer, não sou um desastre).

19 Imundices:

Erica Vittorazzi disse...

Então não sou a única que queima pipoca de microondas? Agora só faço pipoca no fogão...

Adorei o poema!!!!

- maria elis disse...

será que posso dizer que me apaixonei pelo texto?! *-*

não gosto de pipoca de microondas e na panela eu não sei fazer. daí sempre fico dependente de minha mãe .-.
e assar batatas na fogueira me fez lembrar a infância na rua de minha avó '-'

beijas :*

Ananda Urias disse...

hahahahaha..

primeiramente, Olá! estou de volta!
2º- arrasou demais no poema, muito bom mesmo, além de bom.. inteligente! ;)

3º- eu também não tenho sorte com pipocas de microondas, se não queimo quase não como, nunca consigo o meio termo. Beijoooos!

;*

Tiburciana disse...

Ai como eu queria ter o doim de escrever ...
Olha não saber fazer pipoca no micro é demais para minha pessoa suportar
kkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkkk
Desculpa mas tive que rir ainda mais depois que voltei e seu post dobre a panela e o micro gargalhei até
Achei que só eu aprontava dessas.
Bjos e uma otima terça

Allyne Araújo disse...

lindo poema, diz muita coisa.. ou melhor tudo. beijos e ate logo!!!!

Natália Corrêa disse...

Pena que não tem mais trema! =P

(nossa, olha, se quiser eu te dou umas dicas sobre pipoca na panela!! no microondas eu tbm não sei, mas o fogão nunca me deu problemas haha)

Fernanda disse...

lindo esse poema,me lembrou o Teatro mágico na musica sintaxe a vontade =)

'todo sujeito é livre para conjugar o verbo que quiser
todo verbo é livre para ser direto e indireto
nenhum predicado será prejudicado
nem tampouco a vírgula, nem a crase nem a frase e ponto final!'

Jaqueline Bertoldo disse...

Adoro seu blog.
e gostei do poema e da história que contou. saiba que não foi o único a queimar pipoca de micro-ondas. Comigo também já aconteceu isso. shaushuiauisha. Continuarei acompanhando seus posts.. beijos! :D

disse...

Lindo poema. mas eu nao posso deixar passar mais um episodio teu com o microondas. hahaha Eu estou pensando seriamente em concordar que voce precisa ser old school na cozinha. Porque.. pipoca, cara? Pipoca nao tem erro nem na panela, que dirá no microondas. HAHAHAHAHA

Figuuura

¨¨Édna¨¨ disse...

Amei o poema, e eu A-M-OOOOOO pipoca, mas a de panela, não gosto muito da de microondas. Eu e minha mãe comemos todos os dias de tarde com chimarrão, tri viciadas né. Não posso acreditar que tu conseguiu deixar queimar guri, socorro hein. rsrsrss
¨¨beijosss¨¨

. disse...

Belíssima Poesia. Mesmo. Achei genial!

Obrigada pelos comentários, estou seguindo-te também!

Luana Gabriela disse...

1) Adorei o poema.Especialmente esta parte:
"O verbo se faz carne,

A poesia se faz verdade,(...)"

2) Bom, tem uma amiga minha que foi fazer pipoca na panela,colocou o óleo, e os "grãos", mas ela achou estranho pq o milho não estourava nunca. Aí foi olhar o pacote - validade, sei lá - e viu que tinha colocado sagu aos invés de milho de pipoca. Não tenho dúvidas que ela concordaria em voltar a velha fogueira e batatas. hehehe

3)Sobre o Vento com Som de Riso, pode ser vento com sorriso se vc quiser. O importante é ser leve como brisa, trazer e levar alguma coisa como faz o vento e te dizer alguma coisa que te faça sorrir.

=D

Obrigada pelas visitas e pelos comentários.

Bjo

Yasmin F. disse...

HAAHHAHAHAHA...
no meu microondas tem uma tecla que ta escrito PIPOCA! AAHUAHauhA!Justamente pra isso nao acontecer!

=*

L. disse...

kkkkkkkkkkk²³ ri muito aqui da historia da pipoca.. saiba que vc nao é a única. A última vez que meu pai foi fazer pipoca de microondas ele colocou pra aquecer por 15 minutos.. kkk
não precisa falar mais nada né??!! haha


Ahh, gostei muito do seu blog
to seguiindo tah?!!

;*

Dani disse...

Ah, a modernidade...
rs

beijo rouge

Dani

thais motta ~ disse...

Adorei demais isso aqi , rs
voltarei mais vezes , to te seguindo :)

um beijo :*

Déia disse...

kkkkkkk

po, no micro marca um botãozinho : pipoca rsrsrs

Que na maioria das vezes são 2 minutos e meio rsrs

bj

Sil disse...

Adorei o poema...
Mesmo.. achei o máximo..r.s.

Oh.. o lance da pipoca vc faz assim...
Vai por tentativa e erro..
Faz a lista das tentativas e vai riscando até vc chegar ao ponto exato!

rs..

PS: No meu microondas tem um botão escrito "pipoca" que dá o tempo exato para a desejada... compra um destes....

;)

SL. disse...

Adorei! Adorei a salada gramatical, ainda que antiga, mas muito bem estruturada! E ainda, sua familiaridade com o aparelho!! rs... Abraçossss!!!

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