quarta-feira, 6 de janeiro de 2010

Cautela

Conjugais o verbo
Para que possa ir ao inferno
O inferno que mata a esperança
Sejais o verbo da mudança
A mudança que traz a dor
Traz também a abonância.

 Não acredito em nada
Mas mesmo assim acredito em tudo
Vejo essa terra
Tenho a certeza de outros
Entre Mundos.

 A palavra registrada
A fábula não contada
A verdade transformada
É a mentira preparada.

Não confio em nada
Mas mesmo assim
Desconfio de tudo
A espada emprenhada
É o afortuno do infortúnio.

2 Imundices:

Pâmela Marques. disse...

Já não durmo mais com os olhos fechados, não acredito em palavras que saem facilmente e olhares que tentam me deter.

Mariana Andrade. disse...

é..
quem confia demais, é ingênuo.
que não confia, descrente.

contraditório.

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